STEPHAN DOITSCHINOFF

trabalhos

STEPHAN DOITSCHINOFF

1977, São Paulo – SP, Brasil

 

Artista revelação pela Associação Paulista de Críticos de Arte, realizou suas principais exposições em espaços institucionais como o Museu de Arte Contemporânea de San Diego - Estados Unidos, a Fondation Cartier – França,  o Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM), o Museu de Arte de São Paulo (MASP), o Museu Afro Brasil e na XXII Bienal Internacional de Curitiba.

 

Atualmente é representado pela galeria UNIT (Londres), Jonathan LeVine (Nova York), Galeria LJ (Paris) e está presente na coleção The Isabel and Agustín Coppel, no México. Doitschinoff tem dois livros publicados pela editora alemã Gestalten; CALMA: The Art of Stephan Doitschinoff (2008) e CRAS (2012), além do documentário TEMPORAL (2008).

 

 

SOBRE O TRABALHO

 

A obra de Stephan Doitschinoff desdobra-se em diferentes vertentes que vão desde a pintura e a instalações em contexto museológico, até a arte pública, o vídeo e performance. Em todas estas abordagens é perceptível uma unicidade nos conteúdos e no corpo de investigação.

 

Seu trabalho é permeado por uma linguagem altamente criptografada e simbólica. O que a primeira vista parece ser uma narrativa visual impregnada de referencias religiosas ou dogmáticas, sob um olhar mais cuidadoso revela-se um processo de apropriação de estrutura e ressignificação.

 

Algumas das manifestações básicas da religião e das forças armadas são usadas como suporte: a configuração do templo, do altar, da procissão e dos personagens antropomórficos representativos de divindades, assim como de hinos, marchas, fardas e medalhas. Entretanto, nao há dogma, o conteudo é formado por questionamentos que visam promover um espaço de reflexão e crítica.

 

Doitschinoff remove o conteúdo místico ou ideológico, para apropriar-se desse formato e adicionar símbolos criados a partir de reflexões pessoais em confluência com temáticas contemporâneas, como por exemplo,  a “democracia corporativa”, o papel das plantas e substâncias psicoativas na cultura ocidental e o descontrole provocado por sistemas sociais rígidos que não propiciam espaço para que o indíviduo se desenvolva na sua plenitude.

 

Stephan redefine a narrativa original contida na estrutura religiosa ou militar, que por sua vez é uma linguagem comum e tem o poder de capturar a atenção do grande público atraves da familiaridade e de sua presenca massiva na sociedade desde suas fundações.

 

Texto por Nathalia Cruz

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